Pular para o conteúdo principal

Iniciando uma nova fase

Gostaria de informar-lhes que, devido a inúmeras circunstâncias que a vida me ofertou, a partir de hoje este blog não mais discutirá, especificamente, acerca das questões linguístico-literárias. A nova proposta é fazer minha parte enquanto cidadão que pensa ajudar a outros cidadãos a também utilizar a melhor recurso de que é possuidor:o pensamento. Não é simples pensar por pensar, mas pensar enquanto ação preliminar para agir e transformar na e para a sociedade.


Discutiremos aqui sobre os diversos assuntos que permeiam nossas vidas. Digo discutir, ou seja, uma comunicação bilateral, com seus comentários que serão sempre considerados, inclusive e principalmente os que sejam contrários aos meus, fazendo deste blog um meio democrático real.


Algumas pessoas poderão perguntar-se: por que a mudança do enfoque? E eu lhes respondo: por estarmos vivendo uma vida pautada em uma falsa liberdade para agir, sendo nós sempre forçados a fazer coisas que dizem-nos estar acima de nós e não sendo isso verdadeiro. Por isso, utilizarei este espaço a expressar minha total liberdade de pensamento.

Conto com sua participação, desejando que a lógica, a sensatez, o bom senso, o respeito, a liberdade façam parte de suas vidas em definitivo.



Comentários

  1. Demorei mas consegui tirar um tempinho para apreciar o seu blog, que alías está incrível! Parabéns Fred! Os temas e seus pontos de vista acabam por nos deixar mais alertas sobre nossas vidas monótonas, em que desvalorizamos nossa capacidade de pensar e "automaticamente" crescer! Boa semana! Bjo, Hannna.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Boa tarde a todos! Espero que este texto faça-os meditar acerca da sensatez que devemos desenvolver ao longo da vida. Abraço fraterno.  " O Crivo das Três Peneiras Sócrates Augustus procurou Sócrates e disse-lhe: - Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de…  Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou: - Espere um pouco, Augustus. O que vai me contar já passou pelo  crivo das três peneiras ?  - Peneiras? Que peneiras? - Sim. A primeira, Augustus, é a da  verdade . Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?  - Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram! - Então suas palavras já vazaram a primeira peneira. Vamos então para a segunda peneira: a  bondade . O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?  - Não, Sócrates! Absolutamente, não! - Então sua...

A vida merece um pouco de poesia

Quando falamos em poesia, logo nos vem a mente a ideia do texto constituído por versos. Entretanto, isto apresenta o nome técnico de poema. E aí a dúvida: o que é e onde encontramos poesia? No texto em prosa? E a resposta é simples. Poesia é a beleza da vida e a encontramos no poema, na prosa, no dia-a-dia onde quer que estejamos. Façamos de nossas vidas um constante encontro com a poesia, pois acredito que merecemos sempre o melhor a medida que cumprimos nossos deveres. O dever cumprido nos dá uma alegre sensação e aí recebemos em nossos corações a visita poética. Quero finalizar este contato com um poema da autora curitibana Alice Ruiz intitulado Penso e passo : Quando  penso que uma palavra pode mudar tudo não fico mudo MUDO quando penso que um passo descobre um mundo não paro PASSO e assim que  passo e mudo um novo mundo nasce na palavra que penso.

Saudade e ingratidão

A partida Osman Lins Hoje, revendo minhas atitudes quando vim embora, reconheço que mudei bastante. Verifico também que estava aflito e que havia um fundo de mágoa ou desespero em minha impaciência. Eu queria deixar minha casa, minha avó e seus cuidados. Estava farto de chegar a horas certas, de ouvir reclamações; de ser vigiado, contemplado, querido. Sim, também a afeição de minha avó incomodava-me. Era quase palpável, quase como um objeto, uma túnica, um paletó justo que eu não pudesse despir. Ela vivia a comprar-me remédios, a censurar minha falta de modos, a olhar-me, a repetir conselhos que eu já sabia de cor. Era boa demais, intoleravelmente boa e amorosa e justa. Na véspera da viagem, enquanto eu a ajudava a arrumar as coisas na maleta, pensava que no dia seguinte estaria livre e imaginava o amplo mundo no qual iria desafogar-me: passeios, domingos sem missa, trabalho em vez de livros, mulheres nas praias, caras novas. Como tudo era fascinante! Que viesse logo. Que as hor...